Parlamento municipal de CG e da ALPB divergem sobre retomada de sessões presenciais na Paraíba

Enquanto que na Câmara Municipal de Campina Grande (PMCG) existe o apelo em prol do retorno as sessões em plenário, na Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB) a recomendação é cautela, segurança, prevenção e cuidados com a saúde dos deputados, servidores e profissionais da imprensa.

Em CG, o vereador Teles Albuquerque (PSD) cobrou da presidente da Câmara, Ivonete Ludgério o retorno das atividades na Casa. Segundo ele, algumas sessões remotas não estão ocorrendo por falta de quórum. “Devem, sim, voltar as sessões presenciais. Se na remota não dá quórum, temos que trazer os pares para dentro da Casa”, argumentou.

No parlamento estadual, o presidente Adriano Galdino (Avante) explicou que aguarda relatório técnico elaborado por especialistas para que os deputados voltem ao plenário. Galdino lembrou que o palco das sessões e votações ficam no subssolo da Casa, onde não há renovação de ar, o que aumenta o risco de contaminação pelo novo coronavírus.

O deputado Jeová Campos (PSB) afirmou que “a questão de retomada das atividades presenciais da Casa, na minha opinião, é prematura e precisa ser analisada sob o ponto de vista coletivo e não individual”, disse.

A tese foi defendida também pela deputada Cida Ramos, que alegou possuir comorbidade, que a coloca no chamado grupo de risco da pandemia. “Penso que o presidente está agindo corretamente. Vamos voltar com os 36 deputados na hora em que tiver a garantia e a segurança que poderemos exercer de forma plena o nosso mandato”, analisou Cida.

 

PB Agora

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