Pedro Cunha Lima evita polemizar nome de Romero e se mantém no páreo para 2022

Deputado federal em seu segundo mandato, o tucano Pedro Cunha Lima (PSDB) evitou polemizar a presença do nome do prefeito de Campina Grande, Romero Rodrigues (PSD) entre os cotados para disputar o governo da Paraíba nas eleições de 2022 e deixou claro que está pronto e preparado para encarar a cabeça de chapa para o executivo no próximo pleito estadual.

A notícia já havia sido veiculada durante o final de semana, mas nesta no início dessa semana o parlamentar deu mais detalhes sobre o intento, durante entrevista ao programa Arapuan Verdade. “Estou pronto, me preparo pra isso, venho intensificando o trabalho para poder colocar o meu melhor a disposição do nosso estado”, disse.
Sobre a possibilidade de entrar numa disputa interna com Romero pelo posto, Pedro ressaltou que ainda há tempo e que o prefeito é um grande parceiro que, assim como outros aliados, também tem o direito de colocar seu nome à disposição.

“A essa altura ainda tem muito chão pela frente, são várias alternativa que surgem, não apenas com PSD, mas com PSC, entre outros que têm excelentes quadros, como é o caso do prefeito Romero a quem tenho uma admiração sincera, ele faz uma gestão que marca Campina e como campinense eu celebro, como aliado aprendo muito, ele é um grande parceiro que também pode colocar seu nome a disposição, e vamos fazer essa construção. O que importa é fortalecer ideais, fortalecer o propósito que a gente tem na vida pública com uma defesa radical na educação, entre outros setores”, ressaltou.
Pedro disse que quer levar para o executivo a mentalidade de redução de privilégios, de foco nas prioridades, uma remodelagem do funcionamento das coisas para estimular o empreendedor, ser um parceiro de quem investe, então toda essa mentalidade a gente quer fazer chegar no executivo

As declarações do tucano repercutiram sobretudo porque o assunto foi trazido à tona no momento em que a Paraíba vive uma alta nos casos de coronavírus, com várias pessoas infectadas, e com o trabalho unido da classe política para evitar o colapso na saúde pública.

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